Fome ou vontade de comer?

Você já deve ter ouvido falar que a fome é diferente da vontade de comer, não é mesmo? E realmente, essas duas sensações são completamente distintas.

Os motivos para se iniciar o ato de comer não se esgotam.  Isso ocorre devido à crescente incidência de males como ansiedade, estresse e depressão. As pessoas estão descontando todas as frustrações e problemas diários na comida e, consequentemente, ingerindo uma quantidade de alimentos bem maior do que organismo precisa para viver.

Desse modo, o comer passa a não ser mais uma necessidade vital e passa a ser um instrumento de anestesia das emoções.

A vontade de comer, também conhecida como “fome emocional”, é uma sensação não relacionada às necessidades biológicas do organismo, e que na maioria das vezes esta associada a características emocionais e psicológicas.

Isso acontece porque o desequilíbrio emocional pode gerar uma queda no nível de serotonina no organismo. Esse neurotransmissor é responsável pela sensação de bem-estar e é produzido pelo corpo quando “açúcares” são ingeridos. Nestes casos, a pessoa come simplesmente para tentar preencher o vazio emocional e se sentir melhor. O indivíduo acaba buscando no alimento a sensação de bem-estar que está faltando.

Já a fome verdadeira é bem diferente e resulta da necessidade fisiológica do organismo de obter nutrientes. Os sinais são fáceis de serem identificados, podendo variar de uma pessoa para outra. Entre os mais comuns exemplos destes sinais estão o desconforto ou até mesmo dores no estômago, sons semelhantes a roncos ocasionados por contrações musculares no estômago e ainda, quando a fome é excessiva, tontura, fraqueza e dores de cabeça também podem ocorrer.

Tão importante quanto saber identificar essas duas sensações é saber como agir quando cada uma delas chegar, para isso é importante entender o que ocorre em seu corpo e saber interpretar cada sensação. Desta forma você conseguirá nutrir seu corpo, atender suas necessidades e não apenas proporcionar conforto e alivio a situações de estresse.

  • Antes de realizar qualquer refeição, procure se desligar dos problemas e não leve sentimentos de raiva, tristeza e outras emoções negativas para a mesa. Não contamine o seu momento de equilíbrio e de saúde;
  • Depois de perceber qual o seu padrão de fome emocional identifique claramente qual ou quais as emoções envolvidas;
  • Identificar suas necessidades primárias é um ponto importante de uma mudança definitiva e real. Tudo começa com a mudança no comportamento, na mudança da forma de se relacionar com a comida.
  • Procure ajuda de um profissional para lhe orientar.

 

Gabriela Iohann Cardoso

Nutricionista Clínica e Esportiva

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