Tabelas de alimentos mais utilizadas

Na hora de iniciar um plano alimentar, ou mesmo na hora de comprar uma tabela, sempre nos perguntamos qual a mais recomendada e mais fidedigna para o nosso trabalho.

Aqui eu exemplifico as três tabelas mais atualizadas para nosso uso e quais os seus diferenciais.

Em primeiro lugar temos a TACO (2011), que foi feita pela Unicamp e apresenta alimentos tipicamente brasileiros. Está disponível em PDF e Excel, o que já é um grande diferencial. A quantidade de alimentos não é muito grande (487), porém possui poucos alimentos industrializados. Apresenta uma análise de ácidos graxos em uma tabela separada e de quebra ainda mostra receitas de preparações regionais.

Temos também a Tabela Sonia  Tucunduva Phillipi (2013), que possui 3.022 alimentos, com uma grande variedade alimentos industrializados, o que é extremamente útil na hora de realizar Recordatórios Alimentares. Possui também análise de 232 receitas regionais. Seu único ponto negativo é ser impressa e com atualização demorada (alguns alimentos industrializados nem se encontram mais no mercado). Apesar de ser impressa, aqui no Dietbox temos a tabela cadastrada para facilitar nossa vida.

Por último, mas não menos importante, temos a tabela do IBGE, que foi montada entre 2008 e 2009 levando em consideração os alimentos mais consumidos pela população braseira. Possui 1.971 alimentos, com poucos alimentos industrializados e assim como a TACO, possui análise dos ácidos graxos. É a mais antiga das três tabelas, mas possui muitos alimentos in natura, o que a faz ser muito utilizada até hoje para cálculo de planos alimentares.

Entendendo melhor as tabelas fica mais fácil escolher o que se adequa melhor ao seu trabalho. Mas a maior dica é que o Dietbox possui as três tabelas em seu banco de dados, o que possibilita o uso concomitante das mesmas em planos alimentares, aumentando a variedade do plano!

 

Escrito por

Luiza Ferracini

Nutricionista do Dietbox

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