Tratamento da obesidade e o papel do médico

Obesidade é assunto sério! Ela é caracterizada por um acúmulo de gordura no corpo que, além de poder causar baixa autoestima e desencadear sintomas de depressão, faz mal à saúde do organismo. Pessoas obesas são mais propensas a desenvolver uma série de doenças. Entre os exemplos mais comuns estão a diabetes, a pressão alta, as doenças no coração e a dificuldade para respirar.

Por isso, quem possui este excesso de gordura no corpo, deve procurar tratamento o quanto antes, para garantir o bem-estar e a saúde do corpo. Geralmente, este é um problema causado pelo consumo exagerado de alimentos muito calóricos, pela falta de atividade física e por um estilo de vida sedentário. A adoção de hábitos mais saudáveis costuma ser a solução para a obesidade e o médico endocrinologista é o profissional mais indicado para ajudar no tratamento do problema.

O papel do médico no tratamento da obesidade

O médico endocrinologista

Endocrinologista é o profissional indicado para tratar as alterações nas glândulas endócrinas, que são as glândulas responsáveis pela produção de hormônios no sangue. O papel do endocrinologista é diagnosticar o que está causando o desequilíbrio destas glândulas, para que o paciente receba o tratamento adequado. Como os hormônios atuam em uma série de funções do organismo, são muitas as doenças que podem ser tratadas por este médico, inclusive a obesidade.

Como o médico pode ajudar no tratamento da obesidade

Quem busca um tratamento eficaz para a obesidade, precisa recorrer a uma avaliação clínica cuidadosa. Fatores como o Índice de Massa Corporal (IMC, que tem valor maior que 30 em pessoas obesas) e a distribuição de gordura pelo corpo devem ser analisados. O primeiro valor é simples de ser calculado: basta dividir o peso do paciente pela sua altura ao quadrado. O segundo fator pode ser calculado com aparelhos como o adipometro ou medindo a circunferência de partes do corpo, como o abdômen, com uma fita métrica.

O abdômen é uma região que pede atenção especial: a gordura localizada nesta parte do corpo está diretamente ligada ao açúcar no sangue, por isso, pode resultar no desenvolvimento da diabetes, no aumento do colesterol, em doenças do coração e no aumento da pressão arterial. Um exame cuidadoso feito pelo médico, seguido de tratamento adequado são as melhores maneiras de evitar estes riscos.

Fatores genéticos, como histórico de doenças cardíacas na família, e hábitos prejudiciais, como o fumo, também são considerados pelo médico nesse processo. Quanto maior o número de fatores de risco apresentados pelo paciente, maior deve ser o cuidado com o excesso de gordura corporal.

Como a obesidade, quase sempre, é causada por um estilo de vida que não é saudável, a mudança de hábitos cotidianos costuma ser eficaz no tratamento. Adotar uma dieta equilibrada e começar a praticar exercícios físicos são duas atitudes fundamentais. O médico tem como papel ajudar o paciente a encontrar quais são os hábitos prejudiciais e quais são as mudanças que efetivamente irão refletir na redução do peso. Mas para o tratamento ter sucesso e apresentar resultados duradouros, é preciso que o paciente esteja motivado e apresente grande força de vontade para adotar um estilo de vida mais saudável!

E você, o que acha do papel do médico no tratamento da obesidade? Comente sua opinião!

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